Agora Litoral

O crescimento de casos de alergia provocado por mariposas preocupa autoridades e a população do litoral paranaense, que tem recorrido às unidades de saúde para receber atendimento. O número de pessoas que já procuraram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Paranaguá, por exemplo, deixou o estoque de medicamento em baixa.

Até agora, nenhum caso mais grave (quando a alergia atinge os olhos ou áreas do nariz e boca) foi registrado na população, mas alguns animais já registraram sintomas fortes resultantes do contato com a cantaridina, a substância alérgica que forma o pó da mariposa.

O primeiro sintoma nos animais é a febre. Depois aparecem pintinhas na barriga, edemas na face e, em alguns casos, olhos e boca inchados. No terceiro dia, o animal fica bem debilitado. O problema é considerado de alta gravidade e pode causar até a morte nos animais.

A recomendação dos veterinários é evitar a automedicação dos pets, dar leite (que provoca vômito e bloqueia o avanço da toxina no organismo) e levar rapidamente o animal para ser examinado por um profissional.

Animais domésticos também sofrem com a alergia provocada pela mariposa

CUIDADOS

Fechar portas e janelas durante o entardecer, apagar as luzes externas da casa, não ficar sob postes ou fontes de luz, não varrer quintais e calçadas e lavar as mãos estão entre as principais medidas para evitar possíveis reações alérgicas provocadas pelas mariposas.

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