Homicídio com requintes de crueldade comoveu moradores de Paranaguá. Foto do arquivo pessoal de Alexandre

Paranaguá, PR
Agora Litoral

Os motivos que levaram ao bárbaro assassinato de Alexandre Alves da Cunha, de 40 anos, ainda são desconhecidos. Mais estarrecedor ainda foi a descoberta feita pelo Instituto Médico Legal (IML): ele teria sido morto com dois tiros antes de ter o corpo incendiado.

O corpo de Alexandre foi encontrado carbonizado numa região de mata do Jardim Paraná, em Paranaguá, na madrugada de segunda-feira (13). O crime consternou a cidade. Trabalhador, Alexandre Cunha era bem relacionado e respeitado profissionalmente.

O técnico de segurança do trabalho na Techint Engenharia e Construção, Juan Gaspar, foi uma das centenas de pessoas que lamentaram a morte de Alexandre. Lembrou de ter trabalhado com ele na FestService em Antonina. “Foi um ótimo gerente que tivemos”, comentou no site do Agora Litoral.

A vítima não possuiria envolvimento com o mundo do crime, o que dificulta ainda mais as investigações. A Polícia Civil de Paranaguá examina todas as hipóteses que possam ter levado à morte de Alexandre.

A única pista que teria sido deixada pelos assassinos seria um isqueiro rosa encontrado ao lado do corpo dele.

Circunstâncias que levaram à brutal morte de Alexandre Cunha ainda são desconhecidas

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